segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Ditados Populares Refutados I

Serve este post para demonstrar como o conhecimento popular ou senso comum, na forma de ditados populares está errado. Ou seja, por ser feita com base numa observação pouca cuidada tem tendência para conclusões apressadas e que por essa razão não incluem todas as proposições lógicas. Sendo assim, têm muita das vezes falhas lógicas que os permitem refutar depois de uma longa reflexão: cerca de 2 minutos.

Veja-se o ditado popular: Depressa e bem não há quem…

A mensagem transmitida é que uma determinada tarefa feita com rapidez não terá a mesma qualidade que uma tarefa feita com todo o cuidado e que demore mais tempo. Os meus colegas pseudo economistas poderiam ser úteis para explicar um termo chamado produtividade, já que esta é exactamente isso, fazer mais depressa e com a mesma qualidade. Veja-se que desde a revolução industrial se sobem os níveis de produtividade, será que isto não quer dizer qualquer coisa? Talvez seja porque se arranja forma de fazer as coisas de maneira mais rápida e mais bem feitas.

Mas pensemos no nosso dia-a-dia e nas tarefas diárias que efectuamos. Conseguiremos realizar tanto melhor e mais depressa uma tarefa simples se pudermos pensar sobre ela e perceber como aplicar técnicas que permitam fazer o mesmo trabalho de maneira mais rápida, ou seja, a possibilidade de pensar como fazer o estudo, aumenta a sua produtividade, podendo estudar a mesma coisa mas em menos tempo não tendo os materiais dispersos. Inventa-se novas técnicas que nem por isso depois do período de reflexividade se tornam naturais ou nas quais não se pensa muito. Por essa razão conduzir um carro é mais difícil quando se começa, porque é preciso pensar sobre aquilo que se está a fazer até estar incorporado e se tornar de certa forma inconscente. O que eu argumento que pensar antes sobre como fazer as coisas ajuda a fazer mais depressa e bem.

E assim que um gajo passa o tempo a pensar sobre coisas estúpidas e que pensa que dão elasticidade mental….só mesmo de pseudos….

1 comentário:

Anónimo disse...

Faltou dar o crédito aqui à colega que deu o mote à tua série de refutações a ditados. Tsss, tsss...

Rita